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Filmes dos Beatles: Vazamento Mostra Joseph Quinn e Mescal no Set

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Filmes dos Beatles: Vazamento Mostra Joseph Quinn e Mescal no Set

Pare tudo o que você está fazendo, aumente o som de “Twist and Shout” e venha aqui agora! Se você, assim como nós aqui do Telinha e Telona, estava roendo as unhas de ansiedade por novidades sobre o projeto mais ambicioso da história das cinebiografias musicais, o dia de glória chegou. Sim, estamos falando dos aguardadíssimos filmes dos Beatles dirigidos por Sam Mendes. E a novidade é quente: temos as primeiras imagens reais dos atores no set de filmagem!

image-43 Filmes dos Beatles: Vazamento Mostra Joseph Quinn e Mescal no Set

A internet, obviamente, quebrou. Não é todo dia que vemos a reencarnação cinematográfica do quarteto de Liverpool andando por aí. Mas o que exatamente essas imagens revelam? Será que Joseph Quinn está a cara do George? Paul Mescal convenceu como Macca? Pegue sua pipoca (ou seu fish and chips) e vamos destrinchar cada detalhe desse vazamento que já está fazendo o coração dos beatlemaníacos bater no ritmo de um solo do Ringo.

O Vazamento: Joseph Quinn e Paul Mescal em Ação

Vamos direto ao ponto que interessa: as imagens. Recentemente, um vídeo e fotos do set de filmagem em Londres caíram na rede, mostrando dois dos protagonistas em plena caracterização. Estamos falando de Joseph Quinn, o nosso eterno Eddie Munson de Stranger Things, e Paul Mescal, o gladiador do momento.

No material que circula online, vemos a dupla caracterizada como George Harrison e Paul McCartney, respectivamente. E, meus amigos, a transformação é de cair o queixo.

George Harrison ou Eddie Munson?

Joseph Quinn aparece com um visual que remete diretamente à fase “meio-termo” dos Beatles — nem o terno comportado de 1963, nem o visual totalmente hippie de 1969. Ele ostenta costeletas, cabelos um pouco mais longos e roupas que gritam “anos 60”. A postura corporal de Quinn, um pouco mais reservada e observadora nas imagens, sugere que ele estudou a fundo a personalidade do “Quiet Beatle”. Para os fãs que duvidavam se o carisma rock’n’roll de Eddie Munson se traduziria na mística de Harrison nos filmes dos Beatles, as fotos são um alívio e tanto.

Paul Mescal: O Novo “Macca”

Ao lado dele, temos Paul Mescal. O ator irlandês, conhecido por papéis intensos, parece ter suavizado a expressão para encarnar o “Cute Beatle”. O guarda-roupa inclui camisas de botão clássicas e calças de alfaiataria justas, típicas da era Revolver ou Rubber Soul. O que chama a atenção é a química visual entre os dois. Mesmo em um vídeo curto de bastidores, a sensação de camaradagem — aquela vibe de “nós contra o mundo” que os Beatles tinham — parece estar ali. É o tipo de detalhe que nos faz acreditar que esses filmes dos Beatles não serão apenas mais uma biografia genérica.

Um Projeto Faraônico: 4 Filmes, 1 Banda

Se você esteve vivendo em uma caverna (ou em um submarino amarelo) nos últimos meses e não sabe do que se trata, deixe-me explicar por que o hype em torno dos filmes dos Beatles é tão gigantesco. Não estamos falando de um único filme de 2 horas tentando espremer uma década de história. Não, senhor.

O diretor Sam Mendes (a mente brilhante por trás de 1917 e Beleza Americana) convenceu a Sony Pictures e a Apple Corps (a empresa dos Beatles, não a do iPhone) a fazer algo inédito: quatro filmes separados, filmados simultaneamente.

image-41-1024x576 Filmes dos Beatles: Vazamento Mostra Joseph Quinn e Mescal no Set

A ideia é genial:

  1. Um filme na perspectiva de John Lennon.
  2. Um filme na perspectiva de Paul McCartney.
  3. Um filme na perspectiva de George Harrison.
  4. Um filme na perspectiva de Ringo Starr.

Isso significa que veremos os mesmos eventos lendários — a primeira viagem aos EUA, as brigas no estúdio, o telhado da Apple Records — sob quatro óticas diferentes. É o “Universo Cinematográfico dos Beatles”! A promessa é que os filmes dos Beatles se cruzem e se complementem, criando uma experiência narrativa que nunca vimos antes no cinema.

O “Fab Four” do Cinema: Quem é Quem?

Além de Quinn e Mescal, o elenco completo é o sonho de qualquer diretor de elenco atual. Sam Mendes reuniu a “Vingadores” da nova geração de atores britânicos e irlandeses para os filmes dos Beatles. Vamos relembrar o time completo:

  • John Lennon (Harris Dickinson): O astro de Triângulo da Tristeza e Garra de Ferro assume o papel do líder rebelde. Nas fotos vazadas (sim, também vazaram fotos dele!), os detalhes impressionam: óculos redondos, jaqueta jeans e até a reprodução das pintas no rosto de Lennon. A intensidade de Dickinson promete entregar um John complexo e mordaz.
  • Paul McCartney (Paul Mescal): Já falamos dele, mas vale reforçar. Mescal é um dos atores mais talentosos de sua geração. A dúvida é: será que ele vai conseguir replicar a voz melódica de McCartney? Nos filmes dos Beatles, a música será fundamental, e a pressão está alta.
  • George Harrison (Joseph Quinn): A escolha de Quinn foi celebrada mundialmente. Ele tem o olhar melancólico e o timing cômico sutil necessários para viver George.
  • Ringo Starr (Barry Keoghan): Talvez a escolha mais ousada e intrigante. Keoghan (Saltburn, Eternos) tem uma energia caótica e única. Vê-lo como o baterista paz e amor será, no mínimo, fascinante. Imagens promocionais escondidas em Liverpool mostravam Keoghan com um visual psicodélico, cheio de estampas conflitantes, bem ao estilo Ringo.

As Mulheres por Trás dos Mitos

Nossa pesquisa cavou mais fundo e descobriu que o elenco de apoio dos filmes dos Beatles é tão estelar quanto os protagonistas. Rumores fortíssimos e vazamentos de elenco indicam:

  • Saoirse Ronan como Linda McCartney.
  • Anna Sawai (de Xógum) como Yoko Ono.
  • Aimee Lou Wood (Sex Education) como Pattie Boyd.

Se isso se confirmar, estamos olhando para um elenco com potencial de varrer o Oscar quando os longas forem lançados.

Estratégia de Lançamento: O “Binge” Cinematográfico

Aqui está uma curiosidade que descobrimos e que muda tudo: a data e o formato. Inicialmente previstos para 2027, as informações mais recentes apontam que os filmes dos Beatles devem chegar aos cinemas em abril de 2028.

Mas não é só isso. A Sony Pictures planeja lançar os quatro filmes de forma muito próxima, talvez até simultânea. Sam Mendes descreveu isso como a “primeira experiência maratonável de cinema”. Imagine só: você vai ao cinema na sexta ver a visão do John, volta no sábado para ver a do Paul… É uma estratégia arriscada, mas que combina perfeitamente com a magnitude dos filmes dos Beatles.

Isso cria um evento cultural. Não é apenas “assistir a um filme”, é imergir na história da maior banda de todos os tempos. Para os exibidores de cinema, isso é ouro puro. Para nós, fãs, é o paraíso.

Por Que Esses Filmes Importam Agora?

Você pode se perguntar: “Precisamos mesmo de mais filmes dos Beatles? Já não existem documentários suficientes?” A resposta é um sonoro SIM, e aqui está o porquê.

Diferente de documentários como Get Back (que é uma obra-prima, diga-se de passagem), a ficção permite entrar na intimidade, nos diálogos não gravados, nos sentimentos não expressos. Com a benção oficial de Paul, Ringo e dos espólios de John e George — algo raríssimo —, Sam Mendes tem acesso total às músicas e à história real.

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Mas a ficção dá a liberdade dramática. Veremos a rivalidade Lennon/McCartney com a tensão de um drama shakespeariano. Veremos a busca espiritual de George com a profundidade que ela merece. Os filmes dos Beatles têm a chance de humanizar lendas que, para muitos, são apenas rostos em camisetas.

Além disso, trazer atores como Joseph Quinn e Paul Mescal conecta a banda com a Geração Z. É a renovação do público. É garantir que “Here Comes the Sun” continue sendo ouvida daqui a 50 anos com a mesma reverência de hoje.

O Que Esperar das Próximas Revelações?

Com as filmagens acontecendo a todo vapor em locações históricas (sim, eles estiveram filmando perto da Abbey Road e em locações que simulam a Liverpool dos anos 60), podemos esperar mais vazamentos nas próximas semanas.

Fique de olho em:

  1. Cenas de shows: Como eles vão recriar a histeria do Shea Stadium nos filmes dos Beatles?
  2. A fase psicodélica: Queremos ver os bigodes de Sgt. Pepper’s!
  3. A separação: O momento mais triste e tenso da música pop será o clímax emocional desses longas.

Conclusão: A Beatlemania Está de Volta

As imagens de Joseph Quinn e Paul Mescal são apenas a ponta do iceberg. O que Sam Mendes está construindo tem potencial para ser o maior evento cinematográfico da década. A ambição técnica, o elenco de peso e a imortalidade das músicas garantem que os filmes dos Beatles serão o assunto principal em todas as rodas de conversa geek e cinéfilas até 2028.

Se o visual dos atores já está incrível nessas fotos granuladas de paparazzi, imagine quando virmos o primeiro trailer oficial em 4K na tela grande? A ansiedade é real!

E você, o que achou da caracterização? Joseph Quinn é o George ideal? Paul Mescal tem o charme do Macca? Qual dos quatro filmes dos Beatles você vai assistir primeiro? Corra para os comentários e conte para a gente. A discussão está aberta e, aqui no Telinha e Telona, a Beatlemania nunca acaba!

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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