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Guerra de Titãs: Paramount faz nova oferta colossal pela compra da Warner

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Guerra de Titãs: Paramount faz nova oferta colossal pela compra da Warner

Segurem seus sabres de luz e preparem a pipoca, porque o roteiro de Hollywood acaba de ganhar um plot twist que nem M. Night Shyamalan conseguiria escrever. Quando todos nós achávamos que a compra da Warner Bros. Discovery pela Netflix era “caso encerrado” — com direito a créditos subindo e cena pós-créditos —, a Paramount resolveu entrar na sala de roteiristas, rasgar o script e gritar: “Ainda não!”.

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Estamos falando de uma terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, que ficará marcada na história da cultura pop. O “Telinha e Telona” está aqui para dissecar cada centavo dessa loucura corporativa que pode mudar para sempre onde e como você assiste ao Batman, Harry Potter e, claro, se o Superman vai continuar voando nos cinemas ou se vai virar conteúdo exclusivo de maratona de fim de semana. A nova oferta da Paramount é agressiva, é hostil e, acima de tudo, é gigantesca.

Apertem os cintos, porque o multiverso corporativo está em colapso e a batalha pela compra da Warner virou oficialmente a melhor série de suspense do ano.

O “Ultimato” de David Ellison: US$ 108 Bilhões na Mesa

Vamos direto aos números, porque geeks também amam estatísticas (especialmente quando elas envolvem bilhões de dólares). A Netflix havia colocado na mesa uma proposta robusta, avaliada em cerca de US$ 82,7 bilhões (aproximadamente US$ 27,75 por ação), para levar os estúdios e o streaming da Warner. Parecia um xeque-mate. Mas David Ellison, o CEO da “Nova Paramount” (pós-fusão com a Skydance), acaba de fazer um movimento de mestre — ou de louco.

A Paramount iniciou uma “oferta hostil” avaliada em US$ 108,4 bilhões. Sim, você leu certo. Isso coloca o valor da ação da WBD em US$ 30, pagos em dinheiro vivo (“cash is king”, como diriam os vilões de filmes de Wall Street). Essa manobra pela compra da Warner não é apenas um “lance maior”; é uma declaração de guerra.

Por que “Oferta Hostil”?

Para quem não é formado em economia em Gotham City, uma oferta hostil acontece quando uma empresa (Paramount) ignora a diretoria da empresa alvo (que estava flertando com a Netflix) e vai direto aos acionistas, dizendo: “Ei, o chefe de vocês quer vender barato. Eu pago mais. Venham comigo.”

É o equivalente corporativo do Homem de Ferro hackeando os sistemas da SHIELD para mostrar que ele tem o melhor plano. Ellison e sua equipe estão apostando que os acionistas da Warner Bros. Discovery, cansados de anos de montanha-russa nas bolsas, vão olhar para os US$ 30 por ação e pressionar pela venda imediata para a Paramount.

O Fator “Código de Dinheiro Infinito”: Larry Ellison

Aqui a coisa fica ainda mais interessante. De onde a Paramount, que até outro dia estava reorganizando a casa, tirou tanto poder de fogo para tentar a compra da Warner? A resposta tem nome, sobrenome e uma conta bancária que faria o Tio Patinhas chorar: Larry Ellison.

O fundador da Oracle e pai de David Ellison entrou na jogada como o “fiador” do apocalipse. Segundo os documentos revelados nesta manhã, Larry concordou em fornecer uma garantia pessoal irrevogável de US$ 40,4 bilhões para o financiamento de capital da oferta. É basicamente o “cheat code” de dinheiro infinito do GTA ativado na vida real.

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Além disso, para mostrar que não estão blefando sobre a seriedade desta compra da Warner, a Paramount se comprometeu a pagar a multa rescisória de US$ 2,8 bilhões que a Warner deve à Netflix caso desista do acordo anterior. Ou seja, eles estão pagando a conta do restaurante, a gorjeta e ainda o táxi do concorrente para ele ir embora.

Cinema vs. Algoritmo: O Que Está em Jogo na Compra da Warner?

Mas por que tanto esforço? Por que essa obsessão pela compra da Warner? A resposta define o futuro do entretenimento.

A proposta da Netflix, embora financeiramente sólida, levantou arrepios em cineastas e puristas. A Netflix é uma empresa de tecnologia que vê filmes como “conteúdo”. A preocupação de nomes como Christopher Nolan e Denis Villeneuve sempre foi que, sob o guarda-chuva do “Tu-dum”, a janela de cinema (aquele tempo sagrado que o filme fica em cartaz) fosse diminuída ou extinta.

A Paramount, sob o comando dos Ellison, está jogando a carta da “Salvadora do Cinema”. David Ellison é um produtor que ama a experiência de sala escura (Top Gun: Maverick não nos deixa mentir). O argumento central da Paramount para a compra da Warner é regulatório e cultural:

  1. Monopólio do Streaming: Eles argumentam que Netflix + HBO/Warner criaria um gigante imbatível no streaming, o que seria barrado pelos órgãos antitruste (FTC).
  2. Preservação dos Estúdios: A Paramount promete manter a Warner Bros. como um estúdio tradicional, focado em grandes lançamentos teatrais, ao contrário do modelo focado em assinantes da Netflix.

Essa narrativa de “Herói vs. Vilão” é poderosa. Eles estão vendendo a ideia de que a compra da Warner pela Paramount é a única forma de manter Hollywood como a conhecemos, evitando a “algoritmização” total da arte.

A “Taxa de Acompanhamento”: O Relógio está Ticando

Para provar que confiam no seu taco (e que sabem que a regulação pode demorar), a Paramount inseriu uma cláusula curiosa e inédita nessa proposta de compra da Warner: a “taxa de acompanhamento” (ticking fee).

Funciona assim: para cada trimestre que passar sem que a aquisição seja concluída (enquanto os advogados brigam em Washington), a Paramount vai pagar um extra aos acionistas da Warner.

  • Após 6 meses: O valor sobe em US$ 1,3 bilhão.
  • Após 1 ano: Mais US$ 2,6 bilhões na conta.

É como se eles dissessem: “Sabemos que vai demorar, mas vamos pagar o aluguel enquanto vocês esperam”. Isso dá uma segurança absurda para os acionistas, que temiam que a compra da Warner ficasse travada em tribunais por anos sem gerar lucro.

O Multiverso Geek: O Que Acontece com Nossas Franquias?

Agora, vamos ao que realmente importa para nós, habitantes do planeta Nerd. O que acontece se a Paramount efetivar a compra da Warner? Estamos falando da fusão de bibliotecas mais insana da história.

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1. Star Trek e DC Comics na Mesma Casa

Imaginem o Capitão Kirk encontrando o Lanterna Verde. Ok, crossovers assim são difíceis, mas ter a gestão de ficção científica da Paramount (Star Trek, Transformers) somada ao peso da DC Studios (Superman, Batman) cria uma potência de IP (Propriedade Intelectual) inigualável.

2. O Destino de Hogwarts

A franquia Harry Potter está sendo rebootada como série. Sob a gestão da Netflix, isso seria o carro-chefe global. Sob a Paramount, a compra da Warner poderia significar um investimento pesado em mais filmes para o cinema, além da série. A Paramount precisa de franquias mágicas para competir com a Disney, e o Menino Que Sobreviveu é a joia da coroa.

3. Terror e Monstros

A Paramount tem Um Lugar Silencioso e Pânico. A Warner tem o Invocação do Mal e o MonsterVerse (Godzilla e Kong). A compra da Warner criaria, sem dúvida, a “Casa do Terror” definitiva de Hollywood. King Kong vs. Godzilla vs. Cloverfield? Sonhar não custa nada.

A Reação do Mercado e os Próximos Capítulos

A bolsa de valores reagiu como um eletrocardiograma de quem acabou de ver o Casamento Vermelho. As ações da WBD dispararam com a expectativa de uma guerra de lances. A Netflix, até o momento, mantém o silêncio estratégico, mas sabemos que em Los Gatos, o QG da empresa, o clima deve estar tenso.

A compra da Warner não é apenas sobre ter mais filmes; é sobre sobrevivência. A Disney já se consolidou com a Fox. A Amazon comprou a MGM. Se a Paramount (agora com Skydance) conseguir engolir a Warner, teremos um “Big Three” muito claro: Disney, Amazon e Paramount-Warner. A Netflix, ironicamente, poderia ficar isolada como a única “pure player” de streaming sem um estúdio centenário de base, caso perca essa disputa.

Pontos Críticos para Ficar de Olho:

  • A Resposta da Netflix: Eles vão aumentar a oferta? Eles têm dinheiro em caixa, mas entrar em uma guerra de preços contra Larry Ellison é perigoso.
  • O Governo: A FTC (Comissão Federal de Comércio dos EUA) vai permitir essa consolidação? A Paramount argumenta que a compra da Warner por eles é “pró-competitiva” porque cria um rival forte para a Disney e Amazon, enquanto a compra pela Netflix criaria um monopólio de streaming.
  • Zaslav: Onde fica David Zaslav nisso tudo? Ele sairá com um paraquedas de ouro milionário ou tentará se manter como o “Czar” da nova superempresa?

Conclusão: O Fim do Jogo Está Longe

A novela da compra da Warner está longe de terminar. O que vimos hoje, dia 10 de fevereiro de 2026, foi a Paramount colocando o pé na porta e lembrando a todos que Hollywood é feita de ego, dinheiro e reviravoltas.

Para nós, fãs, resta torcer para que o vencedor dessa batalha trate nossos heróis e histórias com o respeito que merecem. Se a compra da Warner pela Paramount significar mais filmes na tela grande e menos cancelamentos cruéis de projetos quase prontos (nunca esqueceremos Batgirl e Coyote vs. Acme), talvez David Ellison seja o herói que Gotham precisa agora.

Fiquem ligados no “Telinha e Telona”. Assim que a Netflix responder ou o Batman mudar de dono novamente, nós seremos os primeiros a te contar. A guerra pelo trono de Hollywood está apenas começando.


Este artigo é uma análise baseada nas últimas movimentações de mercado de fevereiro de 2026 sobre a disputa pela compra da Warner.

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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