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A Múmia 4: Brendan Fraser e Rachel Weisz voltam para o filme que esperávamos há 20 anos!

A Múmia

A Múmia 4: Brendan Fraser e Rachel Weisz voltam para o filme que esperávamos há 20 anos!

Parem as prensas, segurem seus Livros dos Mortos e alguém, por favor, avise o Benny que ele está do lado errado do rio! O momento que todos nós, órfãos da “Sessão da Tarde” e devotos da cultura pop, sonhamos, finalmente chegou. Não é boato, não é miragem no deserto e muito menos uma pegadinha de Imhotep. A Múmia 4 é real, é oficial e está vindo para resgatar a nossa fé no cinema de aventura!

image-184 A Múmia 4: Brendan Fraser e Rachel Weisz voltam para o filme que esperávamos há 20 anos!

Se você, assim como eu, passou as últimas duas décadas gritando “O’Connell!” para a tela da TV, pode começar a comemorar. A Universal Pictures finalmente ouviu nossas preces (e viu a estatueta do Oscar na estante do nosso querido Brendan) e deu sinal verde para a produção. Mas a melhor parte? Eles não estão fazendo isso de qualquer jeito. Eles estão trazendo a realeza de volta.

Prepare-se, aventureiro, porque hoje vamos dissecar cada grão de areia dessa novidade bombástica. Vamos falar sobre o retorno triunfal de Brendan Fraser, a volta milagrosa de Rachel Weisz, a data de estreia e, claro, como A Múmia 4 pretende apagar os erros do passado.

O Retorno do Rei (e da Rainha) do Egito

Vamos ser honestos: A Múmia 4 não faria o menor sentido sem o coração da franquia. E não, não estou falando de escaravelhos carnívoros, estou falando da química explosiva entre Rick e Evy. A grande notícia que abalou a internet nesta semana foi a confirmação de que Brendan Fraser e Rachel Weisz assinaram contrato para reprisar seus papéis icônicos.

Para quem acompanhou a saga, sabe que isso é um milagre digno dos deuses egípcios. Brendan Fraser, que vive hoje o auge do seu “Brenaissance” após vencer o Oscar por A Baleia, nunca escondeu seu amor pelo personagem Rick O’Connell. Em diversas entrevistas recentes, ele soltou a frase que virou nosso mantra: “Eu tenho esperado 20 anos por essa ligação”. A paixão dele é genuína, e ver um ator desse calibre, agora com o reconhecimento que sempre mereceu, voltando para o papel que o consagrou, é de arrepiar.

image-186 A Múmia 4: Brendan Fraser e Rachel Weisz voltam para o filme que esperávamos há 20 anos!

Mas o verdadeiro “plot twist” é Rachel Weisz. A ausência dela no terceiro filme (Tumba do Imperador Dragão, de 2008) foi um golpe duro para os fãs. Na época, falava-se em problemas de roteiro e conflitos de agenda, mas o fato é: sem ela, a magia não estava completa. O retorno de Weisz para A Múmia 4 sinaliza algo crucial: o roteiro deve estar impecável. Rachel é extremamente seletiva, e se ela aceitou vestir o figurino de bibliotecária/aventureira novamente, podemos esperar uma história que honre o legado de Evelyn Carnahan.

Data de Estreia e Quem Assume a Direção

Peguem seus calendários e marquem com tinta permanente (ou sangue de múmia, se preferir): a Universal agendou a estreia de A Múmia 4 para o dia 19 de maio de 2028. Sim, eu sei, parece longe, mas para quem esperou desde 2001 por uma sequência decente, dois aninhos passam num piscar de olhos.

Agora, a escolha dos diretores é onde a coisa fica interessante. Esqueça Stephen Sommers por um minuto (falaremos dele já, já). Quem assume o comando é a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos coletivamente como Radio Silence.

Se esse nome não te soa familiar, talvez você conheça os trabalhos recentes deles: o revival da franquia Pânico (Scream) e o divertidíssimo terror Casamento Sangrento (Ready or Not). Por que isso é uma notícia fantástica para A Múmia 4? Porque esses caras são mestres em misturar horror genuíno com comédia autoconsciente e ação desenfreada. Essa é exatamente a fórmula secreta que fez o filme de 1999 ser o clássico que é. Eles sabem assustar e sabem fazer rir na mesma cena, uma habilidade essencial para capturar a vibe “Sessão da Tarde com sustos” que tanto amamos.

Adeus, Tumba do Imperador Dragão?

Aqui entra um ponto polêmico, mas necessário. Os rumores e informações de bastidores indicam que A Múmia 4 pode seguir a tendência dos “legacy sequels” (como Halloween ou O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio) e ignorar, ou pelo menos “suavizar”, os eventos do terceiro filme.

Vamos ser francos: A Múmia: Tumba do Imperador Dragão (2008) dividiu opiniões (sendo gentil). A troca de Rachel Weisz por Maria Bello não funcionou para a maioria dos fãs, e a mudança de cenário para a China, embora visualmente interessante, perdeu um pouco daquela magia egípcia.

image-188-1024x1024 A Múmia 4: Brendan Fraser e Rachel Weisz voltam para o filme que esperávamos há 20 anos!

A nova trama, escrita por David Coggeshall (que escreveu o surpreendente Órfã 2: A Origem), deve focar no que realmente importa: a dinâmica entre Rick e Evy, agora mais maduros, enfrentando uma ameaça que remeta às raízes da franquia. Especula-se que o filme vai tratar o terceiro capítulo como uma daquelas aventuras que “ninguém comenta muito nos jantares de família”, focando em uma continuação direta espiritual de O Retorno da Múmia (2001). Se isso significa trazer de volta a mitologia egípcia clássica para o centro de A Múmia 4, os fãs agradecem!

Onde está Stephen Sommers?

Não podemos falar dessa franquia sem citar o homem que começou tudo. Stephen Sommers, o diretor dos dois primeiros filmes, criou a linguagem visual e o tom que definiram uma geração. Muitos fãs (eu incluso!) sonhavam com seu retorno para a cadeira de diretor.

Embora Sommers não esteja dirigindo A Múmia 4, ele deu sua “bênção” pública. Em entrevistas recentes, ele disse com todas as letras: “Eu trabalharia com todos aqueles atores novamente em um piscar de olhos”. Apesar de não estar no comando, o DNA do que ele criou estará lá. E convenhamos, é muito melhor ter novos diretores que cresceram amando a obra de Sommers e querem homenageá-la, do que tentativas corporativas de reiniciar tudo do zero (estou olhando para você, Dark Universe).

O Fantasma do Dark Universe e Tom Cruise

Falando em elefante na sala (ou seria um camelo?), precisamos agradecer ao fracasso. Sim, isso mesmo. O fracasso do reboot de A Múmia (2017), estrelado por Tom Cruise, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para nós.

Aquele filme tentou transformar a franquia em um filme de ação genérico, cinza e sem alma, focado em montar um universo compartilhado (o falecido “Dark Universe”) antes mesmo de contar uma boa história. O público rejeitou. A bilheteria não justificou. E a Universal aprendeu a lição mais valiosa de todas: você não pode substituir o carisma de Brendan Fraser.

O sucesso estrondoso de filmes nostálgicos como Top Gun: Maverick e Homem-Aranha: Sem Volta para Casa provou aos estúdios que o público quer ver seus heróis clássicos, e não reboots apressados. A Múmia 4 é a resposta direta a essa demanda. É a vitória da nostalgia bem feita sobre o “produto enlatado”.

O Que Esperamos Ver (Lista de Desejos do Fã)

Agora que A Múmia 4 é uma realidade, a nossa imaginação voa longe. Para esse filme ser o épico que merecemos, existem alguns ingredientes obrigatórios que a dupla do Radio Silence precisa incluir:

  1. John Hannah como Jonathan: Não existe “O’Connells” sem o cunhado mais covarde e adorável do cinema. Jonathan Carnahan precisa voltar, de preferência ainda tentando ficar rico com algum esquema duvidoso.
  2. Oded Fehr como Ardeth Bay: O líder dos Medjai é o coração guerreiro da saga. Ele precisa aparecer, nem que seja para dar aquele olhar misterioso e dizer “É o que as areias predizem”.
  3. Efeitos Práticos: O charme do filme de 99 era a mistura de CGI revolucionário para a época com cenários reais e maquiagem. Nada de tela verde em excesso, por favor!
  4. Um Vilão Memorável: Se não for o Imhotep (Arnold Vosloo ainda impõe respeito!), que seja alguém à altura. Nada de vilões genéricos que querem dominar o mundo sem motivo. Queremos drama, queremos maldições antigas, queremos alguém gritando em egípcio antigo com convicção!
  5. Terror e Comédia: O equilíbrio perfeito. Queremos pular de susto na cadeira e rir na cena seguinte com uma careta do Brendan Fraser.

Por Que Isso Importa Tanto?

Num mundo dominado por super-heróis e franquias intergalácticas complexas, A Múmia 4 representa um retorno à aventura “old school”. É aquele tipo de filme que te transporta para um lugar exótico, te apresenta perigos sobrenaturais, mas te deixa com um sorriso no rosto o tempo todo.

Brendan Fraser passou por momentos difíceis em sua carreira e vida pessoal, e seu ressurgimento como um ícone amado por todos dá uma camada extra de emoção a esse projeto. Não estamos apenas torcendo pelo Rick O’Connell; estamos torcendo pelo Brendan. E ver Rachel Weisz, uma atriz vencedora do Oscar que poderia escolher qualquer projeto “sério”, decidindo voltar para correr de múmias ao lado dele, valida o amor que sentimos por esses filmes “pipoca”.

Então, prepare sua pipoca, tire a poeira do seu chapéu de explorador e fique ligado no Telinha e Telona. A contagem regressiva para A Múmia 4 começou, e algo me diz que essa será a maior aventura de todas. As areias do tempo estão a nosso favor!

E você? O que mais quer ver nesse retorno? Acha que o filho deles, Alex, deve voltar (reescalado, talvez)? Deixe sua teoria nos comentários e vamos especular juntos enquanto esperamos por 2028!

Imhotep… Imhotep… Imhotep…

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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