He-Man Otaku? Tudo sobre o inédito Masters of the Universe: Legends of Eternia
Pelos poderes de Grayskull… ou seria “Dattebayo”? Segura essa emoção, nerd, porque o mundo de Eternia está prestes a colidir com a estética oriental de um jeito que a gente nunca viu! Se você achava que já tinha visto de tudo na franquia do He-Man, prepare-se para embainhar a Espada do Poder e virar as páginas da esquerda para a direita. Estamos falando do recém-anunciado Masters of the Universe: Legends of Eternia, o projeto que promete abalar as estruturas do Castelo de Grayskull e conquistar uma nova geração de fãs.

A Mattel soltou uma bomba de nêutrons de novidades nesta semana, e nós do “Telinha e Telona” já estamos com o radar ligado para dissecar cada detalhe. O foco total está no novo filme live-action que chega em junho de 2026, mas a verdadeira joia para os leitores ávidos é, sem dúvida, a confirmação de que teremos o primeiro mangá oficial da franquia. Sim, você leu certo. Masters of the Universe: Legends of Eternia não é apenas um quadrinho qualquer; é a entrada triunfal do Príncipe Adam no universo dos traços japoneses. Vamos mergulhar nessa novidade?
O Que é Masters of the Universe: Legends of Eternia?
Direto ao ponto, porque aqui a gente não enrola (diferente daquele episódio filler do seu anime favorito). Masters of the Universe: Legends of Eternia é uma graphic novel no estilo mangá, fruto de uma parceria poderosa entre a Mattel e a editora TOKYOPOP. O lançamento está previsto para o final de 2026, servindo como uma peça fundamental no quebra-cabeça narrativo do novo universo cinematográfico.

A proposta de Masters of the Universe: Legends of Eternia é servir como um prelúdio e, ao mesmo tempo, um companheiro para o filme estrelado por Nicholas Galitzine. A história adota uma narrativa retrospectiva super interessante: imagine os heróis de Eternia reunidos em um banquete, contando “causos” e relembrando os últimos 15 anos de caos e trevas que assolaram o reino antes do retorno triunfal do Príncipe Adam.
Em Masters of the Universe: Legends of Eternia, não vamos apenas ver porrada e gritaria; vamos entender o contexto. Através das memórias de personagens icônicos como Duncan (o Mentor), Pacato, Roboto, a Feiticeira e até a complexa Maligna, o mangá vai preencher as lacunas deixadas pelo filme. É aquele tipo de leitura obrigatória para quem sai do cinema querendo saber exatamente o que o Esqueleto andou aprontando enquanto o He-Man estava fora.
A Equipe Criativa por Trás do Projeto
Para uma missão desse calibre, a Mattel não chamou estagiários. O roteiro de Masters of the Universe: Legends of Eternia fica nas mãos de Amanda Deibert, uma escritora que já mostrou a que veio em diversos trabalhos de quadrinhos e animação. Ela tem a tarefa de traduzir a mitologia ocidental de espada e feitiçaria para o ritmo frenético e emotivo dos mangás.

Na arte, temos Emanuele Ercolani assumindo os traços, com cores de Annamaria Scarpa. A expectativa para o visual de Masters of the Universe: Legends of Eternia é altíssima. Esperamos ver aquela expressividade típica dos mangás shonen, com linhas de ação dinâmicas e aquele drama visual que faz a gente sentir o impacto de cada golpe do Esqueleto.
Por Que um Mangá Agora? A Estratégia da Geração Z
Você pode estar se perguntando: “Mas gente, He-Man não é coisa de tiozão que via Xou da Xuxa?” É aí que você se engana, jovem Padawan! O lançamento de Masters of the Universe: Legends of Eternia é uma jogada de mestre (com o perdão do trocadilho) da Mattel para fisgar a Geração Z.
O mercado de quadrinhos ocidentais tem seus méritos, mas os números não mentem: o mangá domina as prateleiras e as mentes dos jovens hoje. Ao adaptar a franquia para o formato de Masters of the Universe: Legends of Eternia, a marca sinaliza que quer dialogar com quem cresceu lendo Naruto, One Piece e Demon Slayer. É a fusão da nostalgia dos anos 80 com a linguagem visual que move o mundo pop atual.
Além disso, a estrutura narrativa de Masters of the Universe: Legends of Eternia permite explorar nuances emocionais e arcos de personagens com uma profundidade que, muitas vezes, os comics tradicionais americanos abordam de forma diferente. É a chance de ver um Esqueleto mais “tsundere” ou um He-Man com dilemas internos dignos de um protagonista de anime.
Conexão Direta com o Filme de 2026
Não dá para falar de Masters of the Universe: Legends of Eternia sem mencionar o elefante (ou melhor, o Gato Guerreiro) na sala: o filme de 2026. Dirigido por Travis Knight (o gênio por trás de Kubo e as Cordas Mágicas e Bumblebee), o longa promete revitalizar a saga. E o mangá é o tecido conectivo dessa nova era.
Enquanto o filme vai nos jogar direto na ação com Nicholas Galitzine (Príncipe Adam) e Jared Leto (o Esqueleto mais “rockstar” que veremos), Masters of the Universe: Legends of Eternia fará o trabalho de construção de mundo. O mangá vai explicar, por exemplo, como a tecnologia de Roboto se integra à magia de Eternia e quais foram as maquinações políticas de Maligna e Esqueleto durante os anos de ausência do herói.
Se você planeja assistir ao filme e entender cada easter egg, a leitura de Masters of the Universe: Legends of Eternia provavelmente será indispensável. A Mattel está criando um universo transmidiático onde o filme é o evento principal, mas a profundidade real está nas páginas deste mangá.
O “Universo Estendido” Literário da Mattel
Mas nem só de mangá vive o fã! Nossas pesquisas revelaram que Masters of the Universe: Legends of Eternia é apenas a ponta do iceberg de um programa editorial massivo anunciado para 2026. A Mattel decidiu inundar as livrarias com conteúdo para todas as idades, criando um verdadeiro cerco cultural.
Além de Masters of the Universe: Legends of Eternia, teremos:
- Teela: Daughter of Eternos: Um romance Young Adult (YA) escrito por Mackenzi Lee. Se o mangá foca na ação e no passado geral, este livro vai mergulhar nos dramas adolescentes e na jornada de autodescoberta da Teela.
- Masters of the Universe: The Wings of Fate: Para os puristas dos comics, a Dark Horse vai lançar essa minissérie em quatro edições. Provavelmente terá um tom mais sombrio e tradicional que o mangá.
- Skeletor Ate My Homework: Sim, isso é real! Um livro infantil focado no humor, mostrando que até o Lorde da Destruição pode ser engraçado.
- The Art of the Film: O clássico “coffee table book” para quem ama design de produção.
Ainda assim, Masters of the Universe: Legends of Eternia se destaca por ser a aposta mais arriscada e inovadora. É a primeira vez que vemos a marca abraçar oficialmente o rótulo “manga-style” em uma publicação de grande porte global distribuída pela TOKYOPOP.
Curiosidade: He-Man no Japão?
Fazendo aquela pesquisa marota que vai além do press release, descobrimos que a relação do He-Man com o Japão não é exatamente inédita, mas é obscura. Nos anos 80, durante o auge da febre dos brinquedos, existiram algumas adaptações e materiais promocionais no Japão que flertavam com o estilo local, mas nada canônico ou amplamente distribuído no ocidente como promete ser Masters of the Universe: Legends of Eternia.
Diferente dessas tentativas passadas, Masters of the Universe: Legends of Eternia não é uma localização de um produto japonês, mas sim uma produção ocidental (OEL Manga – Original English Language Manga) feita sob medida para parecer e “sentir” como um mangá. A TOKYOPOP é veterana nisso, tendo feito o mesmo com marcas como Warcraft e Star Trek no passado. A diferença aqui é o timing: nunca o mangá foi tão mainstream quanto em 2026.
O Que Esperar da Arte?
A grande dúvida que paira no ar sobre Masters of the Universe: Legends of Eternia é a identidade visual. Será que teremos um He-Man com olhos gigantes e cabelos espetados desafiando a gravidade mais do que o normal? Ou algo mais puxado para o Seinen (mangá adulto), com traços detalhados e sombrios, combinando com a visão do diretor Travis Knight?
Considerando que a trama de Masters of the Universe: Legends of Eternia aborda “15 anos de conflito e caos”, apostamos em um visual mais maduro. A capa provisória sugere uma mistura interessante entre a robustez dos heróis americanos com a fluidez de movimento dos quadrinhos orientais.
Veredito Antecipado: Vale o Hype?
Se você é fã de cultura pop, a resposta é um sonoro SIM. Masters of the Universe: Legends of Eternia representa uma evolução necessária para uma franquia de 40 anos. Ficar preso apenas à nostalgia dos anos 80 não sustenta marca nenhuma hoje em dia. Ao lançar Masters of the Universe: Legends of Eternia, a Mattel mostra que entende que o público mudou, o formato de consumo mudou, e que He-Man precisa ser mais do que um meme dançando “What’s Up”.
Para os colecionadores, Masters of the Universe: Legends of Eternia será um item obrigatório na estante, bem ao lado das figuras de ação da linha Masterverse. Para os novatos que vão conhecer o herói pelo filme de Jared Leto e Nicholas Galitzine, o mangá servirá como a porta de entrada perfeita para a mitologia rica de Eternia.
Estamos contando os dias para colocar as mãos em Masters of the Universe: Legends of Eternia. Até lá, ficamos na torcida para que o Esqueleto finalmente consiga, pelo menos no mangá, ter um dia de glória (ou não, porque ver ele falhar é a melhor parte).
E você, o que achou dessa mistura de Brasil, Estados Unidos e Japão? Vai adicionar Masters of the Universe: Legends of Eternia à sua lista de leitura ou prefere os quadrinhos tradicionais? Deixe seu comentário e, como sempre, que a força esteja com vocês… opa, franquia errada! EU TENHO A FORÇA!
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