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Monarch: Legado de Monstros pode ganhar série derivada focada em Wyatt Russell e na Guerra Fria

Monarch: Legado de Monstros

Monarch: Legado de Monstros pode ganhar série derivada focada em Wyatt Russell e na Guerra Fria

Se você achava que o universo dos Titãs no streaming se limitaria a apenas uma produção, pode começar a preparar o rugido de comemoração. O MonsterVerse está mais vivo do que nunca e, ao que tudo indica, a Apple TV+ está pronta para expandir a mitologia apresentada em Monarch: Legado de Monstros. A novidade da vez é um prequel (sim, um prelúdio do prelúdio!) que promete trazer de volta um dos grandes destaques da primeira temporada: o carismático Wyatt Russell.

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Nós aqui do Omelete estamos acompanhando cada passo desse lagartão radioativo e trazemos agora todos os detalhes dessa bomba atômica de informação que caiu no colo dos fãs.

O Retorno de Lee Shaw e a Guerra Fria

De acordo com informações exclusivas apuradas pelo NexusPointNews e corroboradas pela nossa análise do cenário atual, a Apple TV+ deu o sinal verde para o desenvolvimento de uma nova série derivada de Monarch: Legado de Monstros. O projeto tem como foco central o personagem Lee Shaw em sua juventude, papel que caiu como uma luva para Wyatt Russell (Thunderbolts*) na primeira temporada.

Para quem maratonou os episódios, sabe que a dinâmica entre Wyatt Russell (interpretando o jovem Shaw) e seu pai na vida real, Kurt Russell (o Shaw idoso), foi o coração pulsante da trama humana. Agora, a ideia é mergulhar de cabeça nos anos de formação da organização Monarch.

A nova produção deve ser ambientada no auge da Guerra Fria, explorando as tensões geopolíticas entre os Estados Unidos e a União Soviética. Mas, claro, com um tempero especial: a corrida não é apenas nuclear, mas também para descobrir e controlar os Titãs. Imagine um thriller de espionagem estilo 007 ou Missão Impossível, mas onde a ameaça não é apenas uma bomba, e sim um monstro de 100 metros de altura. É essa a promessa desse spin-off de Monarch: Legado de Monstros.

Uma Nova Liderança Criativa: De Star Wars para o MonsterVerse

Uma das informações mais interessantes extraídas desse relatório é a mudança na cadeira de comando. Enquanto a série original teve Chris Black e Matt Fraction no leme, este novo capítulo do universo de Monarch: Legado de Monstros contará com Joby Harold como showrunner e produtor executivo.

Harold não é estranho a grandes franquias e universos expandidos. Ele foi o responsável pelos roteiros de Obi-Wan Kenobi, da Disney+, e Army of the Dead: Invasão em Las Vegas, de Zack Snyder. Ele produzirá a série ao lado de sua esposa e parceira de longa data, Tory Tunnell. E não para por aí: o próprio Wyatt Russell assinará como produtor executivo, garantindo que a essência do personagem que ele ajudou a construir seja mantida.

Essa escolha de showrunner indica uma direção que pode privilegiar tanto a ação quanto o drama de personagens isolados em situações extremas, algo que Harold explorou (com opiniões divididas, é verdade) no universo Star Wars. Resta saber como ele lidará com a escala gigantesca que o nome Godzilla exige.

Por que Wyatt Russell é a escolha perfeita?

Vamos ser sinceros: o “nepobaby” mais talentoso de Hollywood conquistou o público geek. Seja como o Agente Americano na Marvel ou enfrentando o desconhecido em Monarch: Legado de Monstros, Wyatt tem um carisma magnético que mistura humor, vulnerabilidade e uma pitada de perigo.

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Focar uma série inteira no jovem Lee Shaw é uma jogada de mestre da Apple. O personagem serve como o elo humano perfeito para explicar como a Monarch deixou de ser um clube de ciência obscuro para se tornar a potência paramilitar global que vemos nos filmes atuais do MonsterVerse, como Godzilla vs. Kong.

Na primeira temporada de Monarch: Legado de Monstros, vimos apenas fragmentos desse passado. A nova série tem a oportunidade de preencher as lacunas entre a fundação da organização e os eventos que levaram ao isolamento de Shaw.

O Que Esperar do Cenário da Guerra Fria com Titãs?

A ambientação na Guerra Fria oferece um potencial narrativo riquíssimo que vai muito além do que vimos até agora. O MonsterVerse já flertou com isso em Kong: A Ilha da Caveira (ambientado em 1973, no fim da Guerra do Vietnã), mas um prequel focado nos anos 50 e 60 pode trazer uma estética noir e de espionagem que a franquia ainda não explorou a fundo.

Aqui estão alguns elementos que esse spin-off de Monarch: Legado de Monstros pode (e deve) explorar:

  1. A Corrida pelos Titãs: Assim como houve a corrida espacial, ver americanos e soviéticos disputando quem encontra o próximo “MUTO” primeiro seria fascinante.
  2. Tecnologia Analógica: Esqueça os hologramas e naves futuristas de Godzilla e Kong: O Novo Império. Queremos ver cientistas usando computadores gigantes, fitas magnéticas e jeeps clássicos para caçar monstros.
  3. Origem de Outros Monstros: Não precisamos ver apenas o Godzilla. Esse é o momento perfeito para reintroduzir criaturas clássicas da Toho que ainda não tiveram destaque, ou mostrar as primeiras descobertas de Titãs adormecidos.
  4. Aprofundamento na Família Randa: A conexão com Bill Randa (interpretado por Anders Holm no passado e John Goodman no futuro) é crucial para a mitologia de Monarch: Legado de Monstros.

O Futuro do MonsterVerse na TV: Segunda Temporada Confirmada

Enquanto especulamos sobre o prequel, é importante lembrar que a nave mãe continua voando alto. A matéria original confirma que a segunda temporada de Monarch: Legado de Monstros já tem previsão de estreia: 27 de fevereiro de 2025.

A primeira temporada terminou com um gancho espetacular (sem spoilers pesados, mas digamos que envolve uma certa Ilha e um certo Primata Gigante), e a expectativa é que a série abrace de vez a loucura da Terra Oca e a interação mais direta com o King Kong.

O sucesso de Monarch: Legado de Monstros no Apple TV+ provou algo que muitos duvidavam: é possível fazer uma série de monstros onde o drama humano não é apenas “encheção de linguiça”, mas sim parte integral da história. A aprovação deste spin-off com Wyatt Russell é a prova cabal de que a audiência comprou a ideia e quer mais desse universo.

A Estratégia da Apple

A Apple TV+ está construindo silenciosamente uma das franquias de sci-fi mais sólidas da atualidade. Com Ruptura, Silo, For All Mankind e agora a expansão de Monarch: Legado de Monstros, o streaming da maçã se posiciona como o destino premium para o público geek que busca qualidade de produção cinematográfica.

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Diferente de outras plataformas que lançam dezenas de séries derivadas sem critério, a Apple parece estar apostando em personagens que realmente funcionaram. Lee Shaw foi, indiscutivelmente, o MVP da primeira temporada. Dar a ele um palco próprio, livre das amarras de ter que dividir tela com o drama familiar dos netos no presente, pode resultar em uma série mais focada e, quem sabe, com mais ação desenfreada.

Conclusão: O Rei dos Monstros Aprova

Seja você fã do lagarto atômico desde os tempos de borracha no Japão ou tenha chegado agora com os efeitos visuais de ponta de Hollywood, o momento é excelente. A confirmação de que o universo de Monarch: Legado de Monstros está se ramificando mostra saúde e planejamento a longo prazo.

Wyatt Russell já provou que tem o DNA de estrela (literalmente e figurativamente), e colocá-lo no centro de uma trama de espionagem com monstros gigantes na Guerra Fria é aquele tipo de “farofa gourmet” que a gente adora consumir.

Agora, queremos saber de vocês: o que vocês querem ver nesse prequel de Monarch: Legado de Monstros? Mais Godzilla, mais intriga política ou mais segredos da Terra Oca? Deixem seus comentários abaixo e vamos teorizar juntos enquanto esperamos por 2025!

E lembre-se: no Omelete, nós somos a sua Monarch, sempre de olho em tudo o que é gigante na cultura pop.

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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