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O Diabo Veste Prada 2: Trailer, Polêmica e o “Esquecimento” de Miranda

O Diabo Veste Prada 2: Trailer, Polêmica e o “Esquecimento” de Miranda

Gimme, gimme! Peguem seus cafés (bem quentes, por favor) e preparem o melhor look, porque a notícia que abalou as estruturas do mundo pop e geek finalmente chegou. Se você sentiu um tremor na Força — ou melhor, na redação da Runway — é porque o trailer de O Diabo Veste Prada 2 finalmente aterrissou entre nós, trazendo consigo um tsunami de nostalgia, glamour e, claro, uma polêmica que está deixando a internet em polvorosa.

 O Diabo Veste Prada 2: Trailer, Polêmica e o "Esquecimento" de Miranda

Nós, do Telinha e Telona, assistimos a cada segundo desse material repetidas vezes (provavelmente mais do que deveríamos) para dissecar cada olhar, cada outfit e cada silêncio constrangedor. E a pergunta que não quer calar e que está dominando as manchetes internacionais é uma só: o que diabos está acontecendo com a memória de Miranda Priestly? Acompanhe com a gente essa análise completa sobre o retorno triunfal de O Diabo Veste Prada 2.

O Momento que Parou a Internet: Miranda Esqueceu a Andy?

Vamos direto ao ponto que está fazendo o Twitter (ou X, para os íntimos) colapsar. No trailer recém-lançado de O Diabo Veste Prada 2, há uma cena específica que serve como o catalisador de todo o drama. Vemos o reencontro épico entre a toda-poderosa Miranda Priestly (a inigualável Meryl Streep) e sua ex-assistente, Andrea Sachs (Anne Hathaway).

 O Diabo Veste Prada 2: Trailer, Polêmica e o "Esquecimento" de Miranda

Para quem viveu em uma caverna nos últimos 20 anos, Andy foi a jovem que sobreviveu ao inferno, ganhou o respeito relutante de Miranda e saiu andando pelas ruas de Paris com a alma lavada. Esperávamos um reconhecimento frio, talvez um aceno sutil de “eu sei quem você é e o que você conquistou”. Mas o que recebemos em O Diabo Veste Prada 2 foi um balde de água gelada (daqueles com gelo da Antártida).

Miranda olha para Andy e… nada. O vazio. Ela age como se Andy fosse uma completa estranha. Pior ainda, Nigel (o maravilhoso Stanley Tucci) precisa intervir e explicar quem é a nova colega na sala, referindo-se a Andy apenas como “uma das Emilys”. O choque é palpável. Andy não é apenas ignorada; ela é deletada.

Demência ou Desdém? As Teorias que Dividem os Fãs

A reação da imprensa internacional e dos fãs foi imediata e explosiva. Duas grandes correntes de pensamento surgiram para explicar esse comportamento em O Diabo Veste Prada 2, e a discussão é tão acalorada quanto um debate sobre Marvel vs. DC.

A Teoria da Doença Degenerativa

Muitos fãs, preocupados e talvez lendo o drama de uma forma mais literal, começaram a teorizar que Miranda Priestly estaria sofrendo de algum tipo de demência ou Alzheimer. O argumento aqui é que a “Dama de Ferro” da moda estaria enfrentando sua batalha mais difícil: a perda da própria mente. Seria um arco trágico, humano e devastador para uma personagem que sempre teve controle absoluto sobre tudo e todos. Se O Diabo Veste Prada 2 seguir por esse caminho, estaremos diante de um drama pesado, focado na vulnerabilidade do envelhecimento.

A Teoria do “Power Play” (A Nossa Aposta!)

Por outro lado, a imprensa especializada e os analistas de cultura pop (incluindo nós, aqui do Telinha) apostam em algo muito mais… Miranda. E se o esquecimento não for clínico, mas sim tático? Fingir não conhecer alguém que foi vital para sua carreira — alguém que viu você chorar no sofá de um hotel em Paris — é a forma definitiva de desprezo.

É o gaslighting corporativo em sua forma mais pura. Ao reduzir Andy a “uma das Emilys” em O Diabo Veste Prada 2, Miranda reafirma sua superioridade. Ela está dizendo: “Você não importa. Suas conquistas não importam. Para mim, você é apenas um borrão no meu passado”. Isso se alinha perfeitamente com a personalidade narcisista e manipuladora que amamos odiar. Afinal, a indiferença machuca muito mais do que o ódio.

O Jogo Virou: Emily Charlton no Comando

Enquanto a internet discute a memória de Miranda, há um detalhe crucial em O Diabo Veste Prada 2 que muda toda a dinâmica do jogo e que merece sua atenção total. Lembra da Emily (Emily Blunt)? A primeira assistente que vivia à base de cubos de queijo e desesperada por Paris? Bem, o mundo dá voltas, queridinha.

Nossas pesquisas indicam que, na trama da sequência, Emily Charlton não é mais a capacho de ninguém. Ela agora é uma executiva de altíssimo escalão em um conglomerado de luxo (pense em algo tipo LVMH ou Kering). E aqui está a ironia deliciosa que O Diabo Veste Prada 2 nos traz: a Runway precisa de dinheiro, e Emily segura a chave do cofre.

Imagine a cena: Miranda Priestly, a mulher que aterrorizou Emily por anos, agora precisando pedir (ou exigir, do jeito dela) verbas publicitárias para sua ex-assistente. Essa inversão de poder é o motor que promete fazer deste filme uma obra-prima da comédia ácida. Ver Emily Blunt, com seu timing cômico impecável, segurando o destino da Runway nas mãos é o tipo de justiça poética que todo fã sonhava.

O Retorno do Elenco Original de O Diabo Veste Prada 2

Para que a mágica acontecesse, a reunião do elenco original era obrigatória. E a Disney não decepcionou. Confirmados para O Diabo Veste Prada 2 estão:

  • Meryl Streep (Miranda Priestly): A lenda viva. Sem ela, não haveria filme.
  • Anne Hathaway (Andy Sachs): Agora uma editora experiente (rumores indicam que ela volta como uma editora de variedades ou cultura), mas que ainda treme na base perto da ex-chefe.
  • Emily Blunt (Emily Charlton): A MVP da sequência, pronta para roubar todas as cenas.
  • Stanley Tucci (Nigel): O coração da Runway, que provavelmente servirá mais uma vez como a bússola moral (e de estilo) no meio do caos.

Uma ausência notável? Adrian Grenier, que interpretou Nate, o namorado que ninguém gostava (vamos ser honestos, ele era o verdadeiro vilão por não apoiar a carreira da Andy), não deve retornar. E os fãs de O Diabo Veste Prada 2 estão soltando fogos de artifício por essa decisão.

A Crise da Mídia Impressa: O Vilão Real

Além das intrigas pessoais, o filme traz um antagonista que não veste Prada, mas destrói carreiras: a morte da mídia impressa. O roteiro de O Diabo Veste Prada 2 coloca Miranda diante de seu maior pesadelo: a irrelevância digital.

O mundo mudou desde 2006. As revistas físicas estão fechando, os influenciadores digitais tomaram a primeira fila dos desfiles e o “fechamento da edição” não tem mais o mesmo peso quando tudo é postado em tempo real no Instagram e TikTok.

Miranda Priestly é um dinossauro — o mais elegante e feroz de todos, mas ainda assim um dinossauro — tentando sobreviver à era do algoritmo. A trama de O Diabo Veste Prada 2 explora como uma instituição tradicional como a Runway luta para se manter solvente quando os anunciantes (agora controlados por Emily) preferem cliques a capas brilhantes. É uma crítica social afiada disfarçada de filme de moda, algo que o original fez com maestria.

Reação da Imprensa Internacional: Choque e Nostalgia

Voltando ao ponto inicial do nosso artigo e analisando a repercussão global, a imprensa especializada está tratando o trailer de O Diabo Veste Prada 2 como um evento cultural sísmico. Sites como Variety, The Guardian e Vogue não pararam de publicar análises sobre o tal “esquecimento” de Miranda.

A crítica internacional aponta que essa escolha narrativa é “arriscada, mas brilhante”. Se for demência, humaniza o monstro. Se for desprezo, canoniza a vilã. De qualquer forma, gera conversa. E no mundo do entretenimento atual, engajamento é rei. A imprensa também destaca que a química entre Streep, Hathaway e Blunt parece intacta, como se nenhum dia tivesse passado desde que Andy jogou aquele celular na fonte da Place de la Concorde.

Outro ponto levantado pelos críticos sobre O Diabo Veste Prada 2 é o figurino. Com a saída da lendária Patricia Field (que fez o original), a pressão sobre a nova equipe de costume design é imensa. Mas, pelas primeiras imagens, podemos esperar uma mistura de alta costura clássica para Miranda e um estilo power dressing moderno e ousado para Emily e Andy.

Por que Precisamos de O Diabo Veste Prada 2 Agora?

Você pode se perguntar: “Precisamos mesmo de uma sequência 20 anos depois?”. A resposta curta é: SIM! A resposta longa envolve o fato de que o cinema atual está saturado de super-heróis e explosões de CGI (que nós amamos, claro, somos geeks!), mas carece de dramas adultos inteligentes, com diálogos rápidos e performances estelares.

O Diabo Veste Prada 2 chega para preencher essa lacuna. É um filme sobre ambição, envelhecimento, lealdade e a indústria cruel da beleza. Ele fala com a geração que cresceu assistindo ao original e agora enfrenta seus próprios dilemas corporativos, e fala com a nova geração que descobriu o filme através de memes e clipes no TikTok.

Além disso, ver três das maiores atrizes de Hollywood juntas novamente é um evento cinematográfico por si só. A expectativa para ver como o roteiro vai equilibrar a nostalgia com a necessidade de contar uma história nova é altíssima.

Conclusão: That’s All.

A espera por O Diabo Veste Prada 2 será, sem dúvida, tortuosa. Mas se aprendemos algo com a Runway, é que a perfeição leva tempo. Seja Miranda uma vítima de uma doença cruel ou apenas a rainha do gelo operando em sua potência máxima, uma coisa é certa: nós estaremos na primeira fila da estreia, prontos para julgar cada sapato, cada bolsa e cada insulto velado.

A polêmica do esquecimento é apenas a ponta do iceberg de um filme que promete redefinir, mais uma vez, o que significa ser uma mulher poderosa no mercado de trabalho. Até lá, continuem especulando, continuem revendo o trailer e, pelo amor de Deus, não usem florais na primavera.

That’s all.

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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