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Supergirl: A Mulher do Amanhã Traz Compositor do Snyder Cut para o DCU

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Supergirl: A Mulher do Amanhã Traz Compositor do Snyder Cut para o DCU

A nova era da DC nos cinemas, sob a batuta de James Gunn e Peter Safran, continua tomando forma e, para a alegria (e surpresa) de muitos fãs, uma peça fundamental do passado recente está de volta. Estamos falando de Supergirl: A Mulher do Amanhã, o aguardado longa que promete redefinir a Garota de Aço nas telonas. Mas a novidade que está fazendo a internet vibrar não é apenas sobre o elenco ou o diretor, mas sim sobre quem vai ditar o ritmo dessa aventura intergaláctica.

image-88-1024x538 Supergirl: A Mulher do Amanhã Traz Compositor do Snyder Cut para o DCU

Preparem seus fones de ouvido e aumentem o volume, porque a notícia é quente: Supergirl: A Mulher do Amanhã contará com a trilha sonora de ninguém menos que Tom Holkenborg, também conhecido como Junkie XL. Sim, o mesmo mestre das batidas tribais que nos entregou a identidade sonora do Batman de Ben Affleck e a grandiosidade de Zack Snyder’s Justice League. Se você achava que o novo DCU seria apenas uma ruptura total com o passado, James Gunn acaba de provar que sabe aproveitar o que funcionou.

Neste artigo épico, vamos mergulhar em tudo o que essa escolha significa para o filme, analisar o que podemos esperar de Supergirl: A Mulher do Amanhã e, claro, dissecar cada detalhe dessa produção que já nasce com cheiro de clássico instantâneo. Pega a pipoca, ajeita a capa e vem com a gente!

O Retorno do Mestre dos Tambores: Junkie XL no DCU

A confirmação de Tom Holkenborg na trilha de Supergirl: A Mulher do Amanhã é uma jogada interessantíssima. Para quem não liga o nome à pessoa (ou ao som), Holkenborg foi o braço direito de Hans Zimmer em Batman vs Superman: A Origem da Justiça e assumiu sozinho a bronca de criar a trilha sonora da versão definitiva de Liga da Justiça.

O estilo de Holkenborg é inconfundível. Ele se afasta daquele heroísmo clássico e polido de John Williams — que, convenhamos, já ouvimos à exaustão — e aposta em algo mais visceral, eletrônico e percussivo. Para um filme como Supergirl: A Mulher do Amanhã, que promete ser uma “ópera espacial de rock and roll”, essa escolha faz todo o sentido.

A história de Kara Zor-El nesta adaptação não é sobre a prima perfeita do Superman que salva gatinhos em árvores. É sobre uma sobrevivente. É sobre trauma, vingança e encontrar seu lugar em um universo hostil. A música de Holkenborg, famosa por sua intensidade (lembrem-se da trilha insana de Mad Max: Estrada da Fúria), tem a textura perfeita para traduzir a angústia e a fúria que devem permear a jornada da protagonista em Supergirl: A Mulher do Amanhã.

O Legado Sonoro da DC

Trazer um compositor associado ao “Snyderverse” para um projeto central do “Chapter 1: Gods and Monsters” de Gunn mostra uma maturidade no planejamento do estúdio. Não se trata de apagar o passado, mas de remixá-lo. A presença de Holkenborg em Supergirl: A Mulher do Amanhã sugere que o filme terá peso. Não será apenas uma aventura colorida e divertida; haverá gravidade, perigo real e uma atmosfera que pode muito bem flertar com o épico sombrio, mas com a narrativa esperançosa que Gunn tanto preza.

Supergirl: A Mulher do Amanhã — Muito Mais que um Filme de Herói

Se você está esperando um filme de origem padrão, pode tirar o cavalinho da chuva (ou o Krypto do sofá). Supergirl: A Mulher do Amanhã é baseado na minissérie homônima dos quadrinhos, escrita por Tom King e ilustrada magnificamente por Bilquis Evely. Essa HQ foi aclamada pela crítica e é considerada uma das melhores histórias da personagem em todos os tempos.

A trama de Supergirl: A Mulher do Amanhã se diferencia drasticamente das aventuras do Superman. Enquanto Kal-El foi enviado à Terra ainda bebê e criado com amor por Jonathan e Martha Kent, Kara sobreviveu em um pedaço de Krypton à deriva, vendo todos que amava morrerem tragicamente diante de seus olhos até os 14 anos. Ela carrega cicatrizes que seu primo jamais teve.

A Trama: “Bravura Indômita” no Espaço

A história que veremos em Supergirl: A Mulher do Amanhã é descrita como uma espécie de Western espacial. Kara é abordada por uma jovem alienígena chamada Ruthye, que busca vingança pela morte de seu pai nas mãos de um vilão cruel chamado Krem das Colinas Amarelas.

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Juntas, elas embarcam em uma viagem por planetas estranhos e perigosos. É uma história de amadurecimento, mas com espadas, monstros espaciais e um cachorro voador. A estética visual da HQ é deslumbrante, misturando fantasia medieval com ficção científica retrô, e a expectativa é que o diretor Craig Gillespie (Cruella, Eu, Tonya) traga essa identidade visual única para a tela grande em Supergirl: A Mulher do Amanhã.

O Time de Peso por Trás das Câmeras (e na Frente Delas)

Para que Supergirl: A Mulher do Amanhã funcione, James Gunn montou um esquadrão de elite. Além da trilha sonora de Holkenborg, temos peças-chave que elevam o hype a níveis estratosféricos.

A Nova Kara Zor-El: Milly Alcock

Saindo diretamente dos salões de Westeros em A Casa do Dragão, Milly Alcock foi a escolhida para vestir o manto. Sua performance como a jovem Rhaenyra Targaryen mostrou que ela tem exatamente o que a personagem precisa: uma mistura de realeza, vulnerabilidade e uma ferocidade contida que dá medo. Em Supergirl: A Mulher do Amanhã, Alcock terá a chance de mostrar um lado da heroína que raramente vimos em live-action: a guerreira cansada, mas que ainda escolhe fazer o bem.

A Direção de Craig Gillespie

Gillespie é um diretor que sabe trabalhar com anti-heróis e personagens desajustados. Em Eu, Tonya e Cruella, ele provou que consegue equilibrar humor ácido, estilo visual marcante e drama humano. Essa pegada é essencial para Supergirl: A Mulher do Amanhã, que precisa ser grandiosa, mas profundamente pessoal. A escolha dele sugere que o filme terá “atitude”. Não será apenas “bonitinho”; será estiloso e, possivelmente, um pouco punk rock.

O Roteiro de Ana Nogueira

O roteiro ficou a cargo de Ana Nogueira, cuja visão para o projeto foi tão elogiada por James Gunn que garantiu o sinal verde imediato para o filme. Adaptar o texto poético de Tom King não é tarefa fácil, mas se o roteiro capturar a essência melancólica e triunfante da HQ, Supergirl: A Mulher do Amanhã tem tudo para ser o melhor roteiro de filme de herói do ano de seu lançamento.

Por Que Tom Holkenborg é a Escolha Perfeita?

Voltando ao nosso ponto central, a música. Por que Junkie XL é o casamento perfeito para Supergirl: A Mulher do Amanhã? Vamos analisar alguns pontos:

  1. Versatilidade: Holkenborg sabe fazer o épico (Liga da Justiça) e o frenético (Mad Max), mas também sabe trabalhar temas de personagens (Alita: Anjo de Combate).
  2. Identidade Própria: O filme precisa se distinguir do Superman de James Gunn (que estreia antes). Se o filme do Superman terá uma vibração clássica e otimista, Supergirl: A Mulher do Amanhã precisa soar diferente, mais áspera e alienígena.
  3. Experiência Sci-Fi: Holkenborg entende de criar atmosferas para mundos que não existem. A jornada de Kara passa por planetas com sóis vermelhos, bares espaciais e paisagens oníricas. A música precisa nos transportar para lá.

A trilha sonora de Supergirl: A Mulher do Amanhã não será apenas um pano de fundo; ela será o motor da nave. Imaginem as cenas de voo espacial ou os combates com espadas ao som das percussões eletrônicas dele. É de arrepiar só de pensar!

O Que Esperar do Vilão e do Universo Expandido

Rumores e confirmações indicam que Matthias Schoenaerts viverá o vilão Krem. Krem não é um conquistador de mundos genérico como Zod ou Darkseid; ele é um assassino, um pirata, alguém mesquinho e cruel. A dinâmica de “gato e rato” entre ele e a dupla de protagonistas será o coração pulsante de Supergirl: A Mulher do Amanhã.

Além disso, não podemos esquecer da presença quase confirmada (e muito aguardada) de Lobo. Se o Maioral aparecer em Supergirl: A Mulher do Amanhã, a combinação da trilha de Junkie XL com a brutalidade do Lobo seria o puro suco do entretenimento geek. Jason Momoa está cotado para o papel, e ver Kara Zor-El descendo a porrada no caçador de recompensas czarniano seria um momento histórico.

O Impacto no DC Universe: Deuses e Monstros

Supergirl: A Mulher do Amanhã é parte integrante do Capítulo 1 do novo DCU, intitulado “Gods and Monsters”. James Gunn já deixou claro que este filme é crucial para o entendimento desse novo universo.

Diferente do antigo DCEU, onde os filmes muitas vezes pareciam desconectados em tom, aqui a diversidade de estilos é intencional. Teremos o horror de Monstro do Pântano, a aventura clássica de Superman e a ópera espacial de Supergirl: A Mulher do Amanhã.

A consistência virá da qualidade e do respeito aos personagens. Ao adaptar uma HQ tão recente e aclamada como Supergirl: A Mulher do Amanhã, a DC Studios sinaliza para os fãs que está atenta ao que há de melhor nas prateleiras das comic shops hoje, não apenas reciclando histórias dos anos 80.

Conclusão: O Hype é Real!

A notícia de que Tom Holkenborg assumirá a trilha sonora é a cereja do bolo que faltava para consolidar o status de evento cinematográfico deste filme. Supergirl: A Mulher do Amanhã tem todos os ingredientes para ser uma obra-prima do gênero: uma base literária sólida, um diretor visionário, uma atriz talentosa e agora, um compositor capaz de fazer as paredes do cinema tremerem.

Não estamos falando apenas de mais um filme de super-herói. Estamos falando de uma jornada de autodescoberta em meio às estrelas. Supergirl: A Mulher do Amanhã promete ser visualmente deslumbrante e sonoramente impactante.

Se James Gunn queria nossa atenção, ele conseguiu. A contagem regressiva para ver Milly Alcock voando (provavelmente ao som de tambores insanos) já começou. E você, o que achou da escolha do compositor? Acha que o estilo agressivo combina com a Kara Zor-El ou preferia algo mais clássico? De qualquer forma, uma coisa é certa: o futuro da DC nunca pareceu tão brilhante — e barulhento!

Fique ligado no “Telinha e Telona” para mais novidades sobre Supergirl: A Mulher do Amanhã e tudo o que rola no multiverso da cultura pop!

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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