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Vingadores: Doomsday: O Retorno de Steve Rogers com o Quarteto?

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Vingadores: Doomsday: O Retorno de Steve Rogers com o Quarteto?

Segura essa emoção, nerd! Se você achou que o anúncio de Robert Downey Jr. como Doutor Destino foi o auge da loucura na San Diego Comic-Con, é melhor sentar. O multiverso não está para brincadeira e as fofocas de bastidores estão fervendo mais que a superfície do Sol. Parece que Vingadores: Doomsday não vai apenas trazer o maior vilão da Marvel para as telonas, mas também promover um reencontro que vai fazer marmanjo chorar em posição fetal no cinema.

Estamos falando dele: o Capitão, a Lenda, o traseiro da América. Segundo rumores quentíssimos que analisamos (e vamos destrinchar agora), Steve Rogers pode estar de volta. Mas calma, não é do jeito que você pensa. Esqueça viagens no tempo simples; o buraco é muito mais embaixo e envolve o Quarteto Fantástico, Loki e uma manipulação psicológica digna de Oscar. Prepare sua pipoca e seu escudo, porque vamos mergulhar fundo no que Vingadores: Doomsday está preparando para nós!

O Rumor que Abalou a Internet: Steve, Doom e o Quarteto

Vamos direto ao ponto, baseado no que os insiders mais confiáveis (e a nossa análise daquele vídeo bombástico do Omelete) estão dizendo. A informação que corre nos corredores de Hollywood é que Steve Rogers (sim, o nosso Chris Evans) não está apenas “aposentado na Lua”.

O rumor sugere que Steve Rogers estaria vivendo na Terra-828. Se esse número não te diz nada, anote aí: é a mesma realidade retro-futurista onde se passa o novo filme do Quarteto Fantástico: Primeiros Passos.

Mas como o Cap foi parar lá? A teoria conecta pontas soltas de Loki e Ultimato. Lembra que Steve voltou no tempo para viver com Peggy? Isso tecnicamente cria uma ramificação na linha do tempo. O rumor aponta que Loki (em sua fase de Deus das Histórias ou pouco antes) teria transportado Steve e sua família para essa Terra alternativa para salvá-los de serem “podados” pela TVA.

Agora, é aqui que Vingadores: Doomsday entra com os dois pés na porta. A trama supostamente envolve o Doutor Destino (RDJ) e o Quarteto Fantástico viajando dessa Terra-828 para a nossa Terra-616 (o MCU principal). E quem está na carona dessa nave? Ninguém menos que Steve Rogers.

A Estratégia do Cavalo de Troia

Por que diabos o Doutor Destino, o vilão supremo, estaria viajando com o símbolo máximo da esperança? É aqui que a genialidade do roteiro de Vingadores: Doomsday parece brilhar.

Pense comigo: O Doutor Destino tem o rosto de Tony Stark. Se ele chegasse sozinho na Terra-616, o Homem-Aranha, o Máquina de Combate e o Doutor Estranho entrariam em colapso mental imediato. Ninguém confiaria nele… ou confiariam cegamente por causa do luto.

O plano, segundo as fontes, é usar a credibilidade de Steve Rogers. Reed Richards e Destino recrutariam Steve para ir até a Terra-616 e dizer aos heróis: “Ei, podem confiar nesse cara de armadura verde, ele não é o Tony, mas veio ajudar a impedir as Incursões”. Steve seria o fiador moral de Destino. É uma jogada de mestre manipulador, típica de Victor Von Doom, e adiciona uma camada de tensão absurda para a narrativa de Vingadores: Doomsday.

Destino: Stark, Victor ou Algo Novo?

Uma das maiores dúvidas sobre Vingadores: Doomsday é a origem desse Destino. As nossas pesquisas indicam que a Marvel pode estar misturando elementos clássicos com o “fan service” necessário.

Observando os detalhes do trailer vazado e cenas pós-créditos de Quarteto Fantástico (que foram alteradas para não estragar a surpresa em Vingadores: Doomsday), notamos que a máscara do Destino tem semelhanças assustadoras com a armadura Mark I do Homem de Ferro.

image-34-1024x576 Vingadores: Doomsday: O Retorno de Steve Rogers com o Quarteto?

Isso reforça a teoria de que, na Terra-828, Victor Von Doom pode ser uma variante de Tony Stark que nunca foi adotada por Howard, nunca teve a orientação moral de Yinsen na caverna, ou que, de fato, Victor Von Doom simplesmente se parece com Stark (um acaso cósmico que o MCU adora).

Seja como for, o impacto emocional de ver Steve Rogers defendendo um homem com o rosto de seu melhor amigo falecido é o combustível dramático que os Irmãos Russo (diretores de Guerra Infinita e Ultimato) sabem manipular como ninguém. Vingadores: Doomsday promete não ser apenas um filme de “soco e raio”, mas um thriller psicológico sobre luto e confiança.

Por Que Steve Rogers é Essencial para Doomsday?

Você pode estar se perguntando: “Mas Telinha, trazer o Capitão de volta não estraga o final perfeito de Ultimato?”. É uma preocupação válida, jovem padawan. Mas, narrativamente, Vingadores: Doomsday precisa de pesos pesados.

Com a saída de Kang, a Marvel precisava de uma ameaça e de uma solução que unissem o público instantaneamente. Ter o Capitão América (ou talvez o Nômade, ou o Capitão Hydra?) de volta serve a vários propósitos:

  1. Liderança: Os Vingadores atuais estão espalhados. Sam Wilson é o Capitão América agora (e deve continuar sendo), mas Steve Rogers é a lenda viva que impõe respeito multiversal.
  2. Conflito com Sam: Imagine o Sam Wilson vendo o Steve voltar, mas defendendo o vilão? O conflito ideológico entre o novo Capitão e o antigo seria ouro puro em Vingadores: Doomsday.
  3. O Fator RDJ: A química entre Chris Evans e Robert Downey Jr. foi a espinha dorsal do MCU por uma década. Recriar essa dinâmica, mas invertendo os polos (Steve tentando salvar o mundo com o vilão, e o vilão tendo a cara do herói), é uma poesia trágica.

Conexões com as HQs: Guerras Secretas e o Criador

Para enriquecer ainda mais nossa análise, fomos buscar referências nos quadrinhos que sustentam esse roteiro de Vingadores: Doomsday.

Nas HQs recentes, especificamente na fase de Jonathan Hickman (que inspira muito essa saga), temos a figura do “Criador” (The Maker), que é uma versão maligna do Reed Richards do universo Ultimate. Embora o filme foque no Destino, a dinâmica de “heróis de outro universo invadindo a Terra-616 para salvá-la de uma Incursão” é a premissa básica de Guerras Secretas (2015).

Em Vingadores: Doomsday, parece que Doom está assumindo o papel de “salvador pragmático”. Nas HQs, Doom salva o multiverso criando o Mundo Bélico (Battleworld) quando todos os outros falham. Se o filme seguir essa linha, Steve Rogers pode ser o “xerife” ou a bússola moral que percebe, tarde demais, que o preço da salvação de Doom é a liberdade.

Além disso, a presença do Quarteto Fantástico é crucial. Eles são os exploradores, os cientistas. Se Reed Richards (Pedro Pascal) está trabalhando com Doom, a ameaça deve ser catastrófica. O Quarteto traz a ciência, Doom traz a magia e a crueldade, e Steve traz o coração. É a tríade perfeita para Vingadores: Doomsday.

O Toque dos Irmãos Russo

Não podemos ignorar que o retorno de Joe e Anthony Russo à direção foi condicionado a algo “especial”. Eles não voltariam para um filme genérico. Vingadores: Doomsday é o projeto dos sonhos deles: uma adaptação de Guerras Secretas com liberdade total.

Os Russo adoram desconstruir o Capitão América (fizeram isso em Soldado Invernal e Guerra Civil). Trazê-lo de volta em Vingadores: Doomsday para colocá-lo em uma situação moralmente cinzenta – apoiando um ditador mascarado para salvar sua família e realidade – é a assinatura deles.

Eles sabem que o público precisa sentir medo real. Thanos impôs medo físico. Doutor Destino, com o rosto de Tony e o apoio de Steve, impõe uma confusão emocional devastadora.

O Que Esperar do Futuro?

Se Vingadores: Doomsday confirmar esse rumor:

  • Teremos o encontro de Reed Richards (Pedro Pascal) com os heróis da Terra-616.
  • Veremos a reação de Thor, Hulk e Homem-Aranha ao verem o rosto de Stark novamente.
  • E, claro, a preparação para Vingadores: Guerras Secretas, onde provavelmente o multiverso vai colidir e formar o Battleworld.

Este filme não é apenas uma sequência; é um evento. A densidade de tramas em Vingadores: Doomsday sugere que o filme terá uma duração épica e consequências que vão redefinir o que entendemos por “canon”.

Conclusão: A Tempestade se Aproxima

Galera do Telinha, se metade disso for verdade, estamos diante do maior evento cinematográfico desde 2019. Vingadores: Doomsday tem a tarefa hercúlea de superar o hype de Ultimato, e usar as cartas “RDJ” e “Chris Evans” é a jogada mais arriscada e potencialmente mais gratificante da Marvel Studios.

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O retorno de Steve Rogers, não como um salvador deus ex machina, mas como uma peça em um jogo de xadrez cósmico liderado por Doutor Destino, é fascinante. Resta saber se nossos corações geek vão aguentar ver o Capitão e o Homem de Ferro (ou sua variante distorcida) juntos novamente, mas em lados opostos da moeda moral.

Fiquem ligados aqui no “Telinha e Telona”. Assim que sair o primeiro trailer oficial de Vingadores: Doomsday, faremos aquela análise frame a frame que vocês amam. Até lá, diz pra gente nos comentários: você confia nesse Doutor Destino? Ou Steve Rogers está caindo na maior armadilha do multiverso?

Excelsior!

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Apaixonado por filmes, séries e cultura pop. No Telinha e Telona, compartilho análises, curiosidades e novidades do mundo do entretenimento de forma leve e descontraída.

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