Wicked: Parte 2 Desafia a Gravidade com Nova Música e Segredos de Oz!
Atenção, povo de Oz! Se a primeira parte de Wicked te fez flutuar, prepare-se para ser arremessado para além da estratosfera, porque Wicked: Parte 2 acaba de soltar uma prévia que já está dando o que falar. Um novo clipe com a canção original “The Girl in the Bubble” aterrissou na nossa timeline, e com ele, a certeza de que a conclusão desta saga será tão grandiosa quanto a Cidade das Esmeraldas.

Depois do sucesso estrondoso do primeiro filme, que redefiniu as adaptações da Broadway para o cinema, a expectativa para a continuação está no nível “desafiar a gravidade”. E não é para menos. Com a promessa de mergulhar no lado mais sombrio e revolucionário da história de Elphaba e Glinda, Wicked: Parte 2 tem a missão de fechar com chave de ouro uma das narrativas mais amadas da cultura pop. Então, pegue sua vassoura (ou sua bolha), porque vamos analisar tudo o que sabemos sobre este evento cinematográfico.

A Garota na Bolha: A Nova Joia da Trilha Sonora
Vamos começar pelo que é novo: “The Girl in the Bubble”. A canção, interpretada por Ariana Grande (nossa Glinda, a Boa), é uma das duas composições inéditas criadas especialmente para o filme pelo gênio Stephen Schwartz, o compositor original do musical. A outra, intitulada “No Place Like Home”, será um solo de Cynthia Erivo (a nossa magnífica Elphaba).

A divulgação de um trecho de “The Girl in the Bubble” é estratégica e genial. A música parece explorar a jornada de Glinda, que, segundo o diretor Jon M. Chu, precisa “estourar sua própria bolha, abrir mão do privilégio e enxergar as lutas dos outros”. Isso indica que Wicked: Parte 2 aprofundará o conflito interno da personagem, que se tornou um símbolo de bondade para Oz, mas vive assombrada pela separação de sua melhor amiga.
A inclusão de canções originais não só enriquece a narrativa, mas também abre as portas para uma possível indicação ao Oscar de Melhor Canção Original, algo que as músicas adaptadas do teatro não poderiam fazer. É o Mágico de Oz movendo seus pauzinhos na temporada de premiações!
Além das novidades, a trilha sonora contará com a primeira gravação oficial de “The Wicked Witch of the East”, uma canção que existe na peça, mas nunca entrou no álbum original. Preparem-se, pois a parte musical de Wicked: Parte 2 promete ser ainda mais poderosa.
Das Páginas Sombrias ao Brilho da Broadway: A Origem de Wicked
Para entender a grandiosidade de Wicked: Parte 2, é preciso voltar no tempo, muito antes de Dorothy sonhar com o arco-íris. A saga nasceu da mente de Gregory Maguire, que em 1995 publicou o livro Wicked: A Vida e os Tempos da Bruxa Má do Oeste. A obra era uma releitura sombria e politizada do clássico de L. Frank Baum, explorando temas como totalitarismo, preconceito e a natureza do mal.

O livro de Maguire é denso, adulto e, em muitos pontos, bem diferente do que conhecemos no palco. A genialidade do musical, que estreou na Broadway em 2003, foi adaptar essa complexa narrativa para uma audiência mais ampla, focando na poderosa e tumultuada amizade entre Elphaba e Glinda. A peça, com músicas de Stephen Schwartz e libreto de Winnie Holzman, se tornou um fenômeno cultural, quebrando recordes de bilheteria e conquistando corações globalmente.
O sucesso foi tão avassalador que o musical é considerado um dos pilares que revitalizaram a Broadway no início dos anos 2000, abrindo caminho para narrativas com protagonistas femininas fortes e complexas. Canções como “Defying Gravity” e “Popular” transcenderam o teatro e se tornaram hinos da cultura pop. É esse legado que os filmes de Jon M. Chu carregam nos ombros.
As Diferenças Cruciais: Livro vs. Musical
É importante notar que o filme adapta o musical, não diretamente o livro. E as diferenças são gritantes:
- Tom da Narrativa: O livro é muito mais sombrio, com violência explícita e temas sexuais. O musical, embora trate de preconceito, é uma versão mais “family friendly” e otimista.
- Foco da História: O musical se concentra quase que inteiramente na relação entre Elphaba e Glinda, enquanto o livro dedica muito mais tempo à complexa política de Oz.
- O Voo de Elphaba: No musical, o clímax do primeiro ato é a icônica cena de “Defying Gravity”, onde Elphaba voa pela primeira vez. No livro, esse momento ocorre de forma muito menos espetacular e bem mais tarde na história.
- O Final: Sem spoilers pesados, mas o destino de Elphaba no livro é bem mais trágico e definitivo do que a conclusão apresentada no palco.
Jon M. Chu: O Mágico por Trás das Câmeras
Para trazer uma obra tão amada para as telas, era preciso um diretor com um olhar especial para o espetáculo e, principalmente, para a emoção. Jon M. Chu, conhecido por Podres de Ricos e Em um Bairro de Nova York, foi a escolha perfeita. Sua experiência em mesclar narrativas culturalmente ricas com visuais deslumbrantes e números musicais contagiantes o credenciou para a tarefa.
Chu entendeu que a história de Wicked era grande demais para um único filme. A decisão de dividir a adaptação em duas partes foi para garantir que a jornada das personagens e a riqueza do mundo de Oz não fossem sacrificadas.
O próprio Chu descreve o projeto como uma oportunidade única na vida, construindo cenários práticos gigantescos, como uma Munchkinland feita de barro e telhados de palha, para dar uma sensação real e tangível à magia. Seu objetivo é capturar a essência da história que ressoa com todos que já se sentiram deslocados, a luta para encontrar seu lugar e a coragem de “confiar nos instintos, fechar os olhos e saltar”.
O Que Esperar de Wicked: Parte 2? A Revolução Chegou a Oz!
Se a Parte 1 terminou com o poderoso grito de liberdade de Elphaba em “Defying Gravity”, Wicked: Parte 2 começará exatamente daí, mergulhando nas consequências desse ato de rebeldia. Elphaba, agora taxada de “Bruxa Má do Oeste”, se torna uma foragida, lutando pelos direitos dos Animais falantes e tentando expor a verdade sobre o fraudulento Mágico de Oz.
Enquanto isso, Glinda se torna a face pública do regime, uma figura amada pelo povo, mas internamente em conflito. O segundo filme explorará esse embate de ideais e a dor da separação. Veremos a amizade delas ser testada ao limite, enquanto a guerra civil se instaura em Oz. Personagens como Fiyero (Jonathan Bailey), agora chefe da guarda, e o próprio Mágico (Jeff Goldblum) terão seus destinos selados.
A trama promete ser mais intensa e dramática, culminando nos eventos que conhecemos de O Mágico de Oz, mas sob uma nova e comovente perspectiva. A chegada de uma certa garota do Kansas, Dorothy, será o catalisador para o confronto final, forçando Elphaba e Glinda a se unirem uma última vez para encarar o futuro de Oz e de sua própria história.
A Universal Pictures, de olho no calendário, até adiantou a data de estreia nos EUA para 21 de novembro de 2025, para evitar um confronto direto com Zootopia 2, mostrando a confiança no potencial do longa.
Em resumo, Wicked: Parte 2 não é apenas uma sequência; é a conclusão épica de uma história que nos ensinou sobre amizade, preconceito e o poder de reescrever a própria narrativa. Com novas músicas para nos emocionar, um aprofundamento nos conflitos de seus personagens inesquecíveis e a promessa de um espetáculo visual, o filme tem tudo para ser um final… “popular”. E mal podemos esperar para voltar a Oz e descobrir que, por causa dessa amizade, fomos mudados para sempre.
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